STV News
Facebook Youtube Instagram
Voltar Publicada em 09/07/2020

Assinaturas de streaming de música crescem 35% durante pandemia

Número de assinaturas de serviços de streaming de música e podcast apresenta crescimento durante o primeiro trimestre de 2020

As assinaturas de serviços de streaming de música apresentaram um crescimento de 35% no primeiro trimestre de 2020, de acordo com um levantamento da Counterpoint Research divulgado nesta quarta-feira (8). A pandemia de COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus, está entre os motivos para as melhorias nos resultados.

As plataformas de streaming de música colheram bons frutos no 1º trimestre de 2020. Segundo a consultoria Counterpoint Research, serviços como Spotify, Apple Music, Amazon Music, entre outros, alcançaram um total de 394 milhões de assinaturas. O crescimento da cifra é de 35% em relação ao ano anterior.

Parte dos fatores que contribuíram com os números no primeiro trimestre está ligada às medidas de isolamento social e às quarentenas para combater a pandemia, já que muitas pessoas permaneceram em casa. A oferta de períodos de teste gratuitos e descontos por tempo limitado também impulsionaram o crescimento de assinaturas.

Em relação aos rendimentos, o Spotify é o serviço que acumulou a maior fatia do mercado, com 30%, seguido pelo Apple Music, com 25%, durante o exercício. O Amazon Music chega na terceira colocação, com 12% e crescimento de 104% no número de assinaturas entre 2019 e 2020.

O YouTube Music aparece em quarto lugar, com uma parcela de 9%, e é acompanhado pelo Pandora, em quinto, com 5% de participação no mercado global. Os demais serviços de streaming de música e podcast acumulam um total de 19% de receita durante os três primeiros meses de 2020.

A indústria de wearables também rendeu bons resultados no 1º trimestre. Segundo um levantamento da IDC, o mercado apresentou crescimento de quase 30% ao vender 72,6 milhões de dispositivos, como fones de ouvido sem fio e smartwatches. Apple, Xiaomi e Samsung estão entre as fabricantes que mais venderam no começo do ano.

Fonte: Counterpoint Research