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Voltar Publicada em 02/02/2021

Pacheco lembra sua origem RO, durante pronunciamento como presidente do Senado

Senador nasceu em Porto Velho, Rondônia, mas se mudou para Minas Gerais ainda durante a infância

Eleito presidente do Senado Federal nesta segunda-feira (01/02), o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) fez uma menção especial a três cidades durante longo pronunciamento: Porto Velho, em Rondônia, e Passos e Belo Horizonte, em Minas Gerais. Isso porque o parlamentar nasceu na capital rondoniense, mas se mudou ainda na infância para a cidade da Região Sul de Minas, onde diz ter encontrado “sentimento de pertencimento”.

“Não descuido do zelo de reconhecer, sempre com orgulho, meus caros senadores Acir Gurgacz (PDT-RO), Marcos Rogério (DEM-RO) e Confúcio Moura (MDB-RO), minha origem de nascimento, Porto Velho, Rondônia, às margens do Rio Madeira, em 1976. Também não descuido do zelo de reconhecer minha amada cidade atual, Belo Horizonte, que me acolheu como filho há 28 anos atrás. Mas foi na minha querida cidade de Passos, no Sudoeste de Minas, terra da minha querida e saudosa mãe, onde passei a infância e início da juventude, que compreendi a plenitude do sentimento de pertencer a um lugar”, afirmou Pacheco, durante pronunciamento da vitória.

Rodrigo Pacheco foi eleito presidente do Senado para o biênio 2021-2022 ao vencer a senadora Simone Tebet (MDB-MS) no pleito, por 57 a 21 votos. O representante mineiro está no primeiro mandato como senador, depois de ser eleito em 2018 com 20,49% dos votos. Ele diz que seguirá batalhando pelos interesses de Minas, mesmo à frente de uma das casas do Congresso Nacional.

“Ao meu povo mineiro, prometo seguir desempenhando o mandato parlamentar sempre atento às necessidades de nossa gente, de nossos 853 municípios. Deveria, no entanto, desdobrar-me para destinar igual atenção aos outros 25 estados e ao Distrito Federal. É o que a integridade me impõe como um compromisso público, de presidente do Senado Federal, e eu assumo”, completou Pacheco.

Rodrigo Pacheco conseguiu se eleger após forte e diverso cordão de apoio, que foi do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), até partidos de oposição, como o PT. O mineiro também foi apoiado pelo antecessor na Mesa Diretora e correligionário, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

Ele dá início aos trabalhos no Congresso na quarta-feira (03/02), por meio de reunião solene conjunta da Câmara dos Deputados e do Senado. Antes, nesta terça-feira (02/02), os demais membros da Mesa Diretora serão definidos.

Fonte: Estado de Minas